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Blog Nerd

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02.12.18

Crítica de Cam


Leandro

Cam é um filme da Netflix que estreou há recentemente pouco tempo. Nesse dia da estreia, estava a passar a tarde com uma amiga e decidimos os dois ver esse filme. Nos primeiros minutos, o filme pode parecer secante, mas ele começa a cativar pelo seu incrível argumento, logo a seguir. Para quem espera terror, pouco vai encontrar; mas para quem espera uma história cativante, emocionante e misteriosa, então este filme é super indicado.

 

Estreia: Já está disponível como Original Netflix

Idade: Maiores 16

Duração: 1h34m

 

Review Cam

 

Quando eu vi o trailer deste filme fiquei bastante interessado. Adoro a atriz, Madeline Brewer, que desempenha neste filme o seu melhor desempenho de sempre e também porque gosto dos filmes do produtor Jason Blum, como Get Out.

 

Pensava que o filme fosse mais assustador, mas para meio do filme logo me apercebi que este não era esse tipo de filme e sim que se tratava de um filme dramático e misterioso. Mas o seu argumento é de tal forma tão fascinante e fora do comum, que nos prende a esse mistério do início ao fim e não desilude a fornecer as respostas.

 

É um filme satírico, sexual e muito moderno. Para se ver estes filmes não se pode possuir pudor pelos assuntos retratados e tem de se possuir alguma mente aberta para apreciar o final desta história. Esta narrativa não é a típica utilizada para todos os outros filmes. Este é um filme que foge dos padrões e se destaca por isso.

 

Recomendo, sem dúvida, a todos. É um dos melhores filmes que já vi este ano e estando ele na Netflix eu acho que ninguém deve de perder.

 

Classificação Blog Nerd: 9/10

Classificação Rotten Tomatoes: 93%

 

11.11.18

Crítica de Operação Overlord


Leandro

Operação Overlord é o mais recente trabalho de Julius Avery, mas o maior nome por detrás do filme é o do produtor J.J. Abrams. Este filme ainda foi especulado que pertencia à saga de filmes Cloverfield, criada por Abrams, mas tal já foi desmentido pelo próprio, e eu também confirmo que, infelizmente, não tem qualquer ligação com essa franquia. Não é que isso seja uma coisa má - pois este filme é ótimo por si só - mas como eu sou um grande fã do universo Cloverfield, gostaria de ter visto algum easter egg que comprovasse uma ligação ao mesmo.

 

Data de Estreia: 8 de Novembro

Idade: Maiores 16

Duração: 110 minutos

 

Crítica, Overlord

 

Eu tinha planos para ir ver este filme, não só por ser fã do trabalho de J.J., mas também porque o trailer me mostrou um filme de terror promissor. Fiquei feliz quando vi a classificação alta que o filme agregava na plataforma Rotten Tomatoes e então decidi mesmo ir ver.

 

Operação Overlord começa no tom errado. Numa cena apressada e confusa, este filme introduz-nos logo a alguns dos personagens principais, mas falha ao fazer uma boa impressão com o argumento. Mais focado nos efeitos especiais, o filme rapidamente se confunde com um de menos qualidade. As cenas são filmadas com ângulos desfavorecidos e uma cinematografia descuidada. Confesso que nos primeiros 30 minutos do filme, eu estava convencido que me iria arrepender de ter comprado o bilhete.

 

No entanto, após uma longa e secante introdução do filme, ele começa a ganhar forma. A história sofre mudanças e o argumento fica muito melhor. O diálogo melhora e também a cinematografia sofre alterações para uma muito mais sofisticada. Somos introduzidos a novos e essenciais personagens e os já existentes tornam-se mais humanos e mais fáceis de decifrar.

 

O melhor deste filme é o argumento. A história está bem construída e vale a pena seguir o seu curso durante o filme. As relações entre os personagens intensificam-se e os mesmos vão crescendo em nós. Já a respeito do terror, existem partes arrepiantes - em especial uma parte que realmente me surpreendeu - mas não considero o filme dos mais assustadores. Existiu ainda algumas partes onde eu saltei de susto, mas nada mais do que isso.

 

A narrativa é de facto o ponto forte do filme. Surpreendente, irreverente e revoltante. O filme torna-se melhor a partir do meio para o fim, mas acaba por valer todo a pena. Também o seu terror é sofisticado e bem construído. Resumindo, recomendo o filme, mas não é para quem não gosta do género. É um filme tenso, arrepiante e dramático, mas que um dos melhores do seu género.

 

Classificação Blog Nerd: 8/10

Classificação Rotten Tomatoes: 81%

 

 

15.09.18

Crítica de Sharp Objects


Leandro

A HBO é uma estação de televisão que nos entrega séries de qualidade. Já existe A Guerra dos Tronos, Big Little Lies e agora chega Sharp Objects. Uma série de calibre, protagonizada e produzida por Amy Adams, naquele que pode ser o seu melhor desempenho de sempre. Uma série que recomendo a todos.

 

Crítica, Sharp Objects

 

O argumento da série foca-se na atribulada vida de Camille Preaker, protagonizada por Amy Adams. Ao longo dos episódios somos introduzidos a mais personagens evolventes, como os protagonizados maravilhosamente por Patricia Clarkson e Eliza Scanlen. O argumento é sério, adulto, envolvente, cativante e surpreendente. Uma narrativa incomum de personagens realistas e de problemas ainda mais reais, mas macabros.

 

A série não desilude, prendendo o espetador a cada episódio. Os desempenhos são maravilhosos e a edição dos episódios, é das mais originais que já vi. Resultando numa série ainda mais prestigiada. Recomendo a todos, sendo uma das melhores séries que eu já vi até ao momento.

 

14.09.18

Crítica de Mundo Jurássico - Reino Caído


Leandro

Mais uma entrada que já podem ver em Digital é o segundo filme da nova franquia do Parque Jurássico. Nomeadamente, Mundo Jurássico — Reino Caído provou ser uma entrada forte, mas que passava bem despercebida. Com efeitos especiais de qualidade e uma cinematografia com alguns momentos fortes, o filme é mais do mesmo e desperta-nos o desinteresse por esta franquia.

 

Crítica, Jurassic World - Fallen Kingdom

 

A Minha Classificação: 6/10

 

O argumento é simples, no entanto, é eficaz. A verdadeira atração da história está nos personagens, que fazem parte de revelações interessantes e inesperadas. Já os dinossauros, são desenvolvidos de diferentes formas, como amigáveis ou ferozes. Apesar de o conceito até ser interessante e a história tomar um novo caminho no final do filme, este falha na sua cativação e emoção de conviver com dinossauros. Focando-se mais na cinematografia, que resulta na maior parte das vezes, mas esquecendo o ritmo da história e da ação que até a primeira entrada da nova franquia nos proporcionou.

 

Não é que tenha sido um mau filme, não o foi. Mas foi uma desilusão em alguns aspetos, sendo este um filme com potencial para muito mais. Vocês já viram o filme? Gostaram ou partilham a mesma opinião que eu? Se ainda não viram, ficaram curiosos?

 

13.09.18

Crítica de Hereditário


Leandro

Este foi um filme que dividiu críticos e audiências. De um lado, os críticos louvaram o filme, considerando-o um dos melhores do ano e do seu género. Por outro, as audiências não gostaram. Eu vi este filme há alguns dias, pois, já está disponível para digital e concordo com as audiências.

 

Crítica, Hereditary

 

A Minha Classificação: 5/10

 

O filme é aborrecido e a história chega a ser desnecessária. Este foi um filme, que se eu não o tivesse visto é que teria ganho. O conceito do filme é ambicioso, e atinge o seu potencial quando se foca no seu mistério. Apesar de a história ser confusa, é explícita o suficiente para entendermos ligeiramente o que está a acontecer. No entanto, a história perde por ser revoltante, com personagens complicados, mas sem propósito e com um final que é tudo menos satisfatório.

 

A cinematografia é outro ponto forte do filme, levando as cenas de efeitos especiais a outros níveis, mas não consegue ser o suficiente para salvar este filme. O seu tempo de duração é mais um ponto negativo, levando a argumento muito tempo a começar a ganhar forma. Existem literalmente cenas de silêncio, com personagens só a andar, que demoram uns bons cinco minutos.

 

Resumindo, eu não recomendo. O filme é ambicioso de mais e espalha-se por completo, resultando num filme muito extenso, com personagens revoltantes e uma história que não é nada importante. Vocês já viram este filme? Partilhem a vossa opinião nos comentários. Se não, ficaram interessados?

 

07.09.18

Crítica de Ghoul


Leandro

Quem tem Netflix sabe o que é andar à procura de algo bom para ver. Foi nessa altura quando me deparei com a série chamada Ghoul: uma série indiana, que, aparentemente, tinha uma classificação muito alta. A série só tem três episódios, mas é com agrado que digo que a vontade é de os ver todos de seguida, como um filme. E, na verdade, podia ser um filme.

 

Ghoul, Crítica

 

A Minha Classificação: 8/10

 

Esta série pode parecer confusa no primeiro episódio, pois, nos explica o mundo no qual os personagens se encontram e também nos conta a história desses personagens, que se vai tornar essencial para o desfecho da série. A série possui uma cinematografia de colocar inveja a Hollywood e uma história cativante, que é complementada com uma banda sonora moderna e eletrizante.

 

O elenco faz bem o seu trabalho, fornecendo-nos personagens credíveis e com fundamento. Mas o destaque é a atriz Radhika Apte, que provou ser capaz de conduzir uma série do início ao fim, transmitindo-nos a evolução do seu personagem.

 

A série é de terror, e digo-vos que é um terror assustador. O argumento é muito misterioso, e, apesar de ser um pouco exagerado na fantasia, consegue prender-nos ao ecrã, mesmo quando não queremos olhar.

 

Recomendo a todos esta série, que está disponível para ver na Netflix. Não se vão arrepender.

 

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